PES de Canudos

Informações gerais

Canudos
Parque Estadual
Estadual
Proteção Integral
1.321 (Decreto - 33.333 - 30/06/1986)
1986
Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos

Município(s) no(s) qual(is) incide a Unidade de Conservação e algumas de suas características

Município População (IBGE 2007) População rural (IBGE 2001) População urbana (IBGE 2001) Estado Área do município (ha) Área da UC no município (ha) Porcentagem da UC no município (%)
Canudos 14656 7220 6541 BA 298.488 0 %

Pressões e ameaças

O desmatamento, as queimadas e a mineração industrial, são algumas das pressões que mais ameaçam as Unidades de Conservação. Veja abaixo dados atualizados sobre essas pressões nesta UC; para uma visualização comparativa entre as UCs mais desmatadas na Amazônia Legal, acesse o ranking dinâmico.

Para detalhes sobre a obtenção dos dados, acesse nossa nota técnica.


Características

Características

Em 1986 foi decretada a criação do Parque Estadual de Canudos, integrando importantes áreas de terras onde se deu a guerra fratricida.
Primeiramente, foi realizada a reserva de terras devolutas pelo Decreto no 33.193, de 27 de maio de 1986, e depois pelo Decreto no 33.333, de 30 de junho, instituiu o PEC, autorizando a Secretaria de Educação e Cultura, por intermédio da Universidade do Estado da Bahia, a adotar as providências necessárias à sua construção. O Parque Estadual de Canudos compreende uma área de 1.321 hectares no município do mesmo nome, no nordeste da Bahia.
Constituiu-se no teatro principal de acampamentos militares, da presença conselheirista e de violentos combates, abrigando valiosos sítios históricos, arqueológicos e antropológicos.
Consolidado como "verdadeiro museu a céu aberto", o Parque está demarcado, sinalizado e dotado de infra-estrutura adaptada às condições locais, sendo propício à realização de pesquisas e ao incremento do turismo histórico, abrindo campo para produtivas atividades pedagógicas na área, o que beneficia estudantes e professores de toda a região.
O Parque se constitui num vasto anfiteatro, onde ainda está sepultado, e com vasta pesquisa arqueológica, material em abundância para contar mais das diligências que ali chegaram com suas máquinas de matar e destruir.
O observador poderá conhecer o Vale da Morte (onde militares sepultavam seus mortos), o Vale da Degola (onde chefes expedicionários mandavam cortar pescoços de jagunços), e o Alto do Maio (ou do Maia, ou do Mário), onde morreu o coronel Antônio Moreira César (1850-1897), comandante da terceira expedição.
Recentemente foi implantada uma nova exposição fotográfica com painéis em vidro de diversos tamanhos, que chegam até 4m de altura, com fotografias de inúmeros e renomados fotógrafos que retrataram a Guerra de Canudos, os seus remanescentes e descendentes de conselheiristas. Além das fotos pode-se encontrar o mapa da região do conflito e gravuras com imagens sertanejas. É válido dizer que, a entrada do Parque foi pavimentada com asfalto ligando a rodovia ao portal de entrada para facilitar a visitação e para maior conforto de todos que desejarem visitar e conhecer o cenário da Guerra de Canudos.
(Fonte: UNEB. Disponível em: http://www.uneb.br. Acesso em: 02/07/2013)


Aspectos Físicos

Sobreposições com outras Unidades de Conservação ou Terras Indígenas

Não pertinente.


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Notícias

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Histórico Jurídico

Tipo de documento Número Ação do documento Data do documento Data de publicaçãoícone de ordenação Observação Documento na íntegra
Decreto 33.333 Criação 30/06/1986


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