Fundo de áreas protegidas

Em 2004 o FUNBIO se tornou o gestor deste Fundo, criado especificamente para custear as despesas de longo prazo das áreas protegidas da Amazônia. O número e a área total das áreas protegidas na Amazônia aumentaram significativamente com o projeto ARPA, financiado pelo GEF, o qual também recebe recursos financeiros dos governos do Brasil e da Alemanha, além do WWF, e atualmente inicia sua segunda fase. Ao final da primeira fase do ARPA (2009) o FAP possuía um capital de US$ 40.5 milhões e deve arrecadar mais US$ 80.0 milhões até o final de sua segunda fase.

Fontes: Ministério do Meio Ambiente, acesso ao site em setembro de 2010.