Parque Nacional da Lagoa do Peixe (PARNA)
Área
34.400,00ha.
Document area
Decreto - 93.546 - 06/11/1986
Legal Jurisdiction
Domínio Mata Atlântica
Año de creación
1986
Grupo
Proteção Integral
Responsible instance
Federal
Área
34.400,00ha.
Document area
Decreto - 93.546 - 06/11/1986
Legal Jurisdiction
Domínio Mata Atlântica
Año de creación
1986
Grupo
Proteção Integral
Responsible instance
Federal
Mapa
Municipios
Municipio(s) en que incide(n) la Unidad de Conservación y algunas de sus características
Municipios - PARNA da Lagoa do Peixe (PARNA)
| # | UF | Municipality | Población (IBGE 2018) | Población no urbana (IBGE 2010) | Población urbana (IBGE 2010) | Área do Município (ha) (IBGE 2017) | Área de la UC en municipio (ha) | Área de la UC en municipio (%) | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | RS | Mostardas | 12.090 | 3.761 | 8.329 | 197.744,20 | 12.934,73 |
|
35,85 % |
| 2 | RS | Tavares | 5.212 | 1.660 | 3.552 | 61.010,70 | 19.796,75 |
|
54,86 % |
Ambiente
Gestión
- Management Agency: (ICMBIO) Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade
- Clase del consejo: Consultivo
- Year of creation: 2006
Documentos jurídicos
Documentos jurídicos - PARNA da Lagoa do Peixe (PARNA)
Documento de gestión - PARNA da Lagoa do Peixe (PARNA)
| Tipo de plano | Año de aprobación | Estágio | Observación |
|---|---|---|---|
| Plano de manejo | 2004 | Aprovado | Portaria IBAMA no. 12, de 27 de fevereiro de 2004 aprova o Plano de Manejo do Parna e torna disponível o texto no CNIA/Ibama e na página do Ibama na Internet. (DOU 02/03/2004) Alteração pontual em dez/2018 |
Características
O Parque Nacional da Lagoa do Peixe foi criado pelo Decreto 93.546, em 06 de novembro de 1986, com o objetivo de proteger as espécies de aves migratórias e as amostras dos ecossistemas litorâneos do Rio Grande do Sul, que deles dependem para seu ciclo vital. O parque está localizado em uma extensa planície costeira arenosa, situada entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico. Sua paisagem é composta por mata de restinga, banhados, campos de dunas, lagoas de água doce e salobra, além de praias e uma área marinha.
Apesar da denominação, Lagoa do Peixe é, na verdade, uma laguna, por causa da comunicação com o mar. É relativamente rasa, com 60 centímetros de profundidade em média. Possui 35 quilômetros de comprimento e 2 quilômetros de largura, e é formada por sucessão de pequenas lagoas interligadas, caracterizando, assim, um reservatório natural de água salobra.
A área é um berçário para o desenvolvimento de espécies marinhas, entre as quais se encontram o camarão-rosa, tainha e linguado. Além disso, atrai variadas espécies de aves que encontram na lagoa e em suas marismas farta alimentação.
A criação do Parque também teve como objetivo a preservação das Áreas Úmidas, sendo uma importante contribuição do Brasil à Campanha Internacional para a preservação destas áreas.
De acordo com seu Plano de manejo, em 1991, foi incluído na Rede Hemisférica de Reservas para Aves Limícolas como Sitio Internacional. Os ecossistemas componentes desta estreita faixa de terra entre a laguna dos Patos e o Oceano Atlântico, onde está o PARNA da Lagoa do Peixe, apresentam particularidades e atributos que lhes conferem grande importância em nível mundial. Por este motivo, a região onde está inserido o Parque foi tombada em 1992 pela Secretaria de Cultura do Estado do Rio Grande do Sul, e o Parque foi incluído na Reserva da Biosfera da Mata Atlântica na categoria de Zona de Núcleo. Este diploma representa o reconhecimento oficial da UNESCO sobre a importância deste ecossistema para a sobrevivência da vida no Planeta. Em 1993, foi reconhecido como Sítio Ramsar por sua importância para a conservação de zonas úmidas. Em 1999, foi considerado Posto Avançado da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica.
O principal atrativo do PARNA é a observação de aves nos percursos das quatro trilhas do parque. Já foram catalogadas 275 espécies, das quais 35 são migratórias.
No Parque Nacional da Lagoa do Peixe ocorrem os três tipos de Formações Pioneiras: influência fluvial ou lacustre, influências flúvio-marinhas e influência marinha. Estas fisionomias estão representadas pelas formações herbáceas das dunas, banhados salgados (marismas), banhados de diversos tipos, campos inundáveis, campos arenosos, vegetação arbóreo arbustiva das dunas fixadas, matas arenícolas e matas palustres. Isto resulta numa reunião interessante de fisionomias e paisagens, típicas do litoral gaúcho e raramente encontradas em estado original nos dias atuais.
Referências:
1. ICMBio, Visitação - Parque Nacional da Lagoa do Peixe. Disponível em: http://www.icmbio.gov.br/portal/visitacao1/unidades-abertas-a-visitacao/9362-parque-nacional-da-lagoa-do-peixe. Acesso em 12/02/2020.
2. Plano de Manejo - Parque Nacional da Lagoa do Peixe. Disponível em: https://documentacao.socioambiental.org/ato_normativo/UC/1701_20141002_171329.pdf. Acesso em 12/02/2020.
Praça Prefeito Luiz Martins, 30
96270-000 - Mostardas - RS Telefax: (51) 673 -1464 - 962-7030
e-mail: lagoadopeixe@terra.com.br
Apesar da denominação, Lagoa do Peixe é, na verdade, uma laguna, por causa da comunicação com o mar. É relativamente rasa, com 60 centímetros de profundidade em média. Possui 35 quilômetros de comprimento e 2 quilômetros de largura, e é formada por sucessão de pequenas lagoas interligadas, caracterizando, assim, um reservatório natural de água salobra.
A área é um berçário para o desenvolvimento de espécies marinhas, entre as quais se encontram o camarão-rosa, tainha e linguado. Além disso, atrai variadas espécies de aves que encontram na lagoa e em suas marismas farta alimentação.
A criação do Parque também teve como objetivo a preservação das Áreas Úmidas, sendo uma importante contribuição do Brasil à Campanha Internacional para a preservação destas áreas.
De acordo com seu Plano de manejo, em 1991, foi incluído na Rede Hemisférica de Reservas para Aves Limícolas como Sitio Internacional. Os ecossistemas componentes desta estreita faixa de terra entre a laguna dos Patos e o Oceano Atlântico, onde está o PARNA da Lagoa do Peixe, apresentam particularidades e atributos que lhes conferem grande importância em nível mundial. Por este motivo, a região onde está inserido o Parque foi tombada em 1992 pela Secretaria de Cultura do Estado do Rio Grande do Sul, e o Parque foi incluído na Reserva da Biosfera da Mata Atlântica na categoria de Zona de Núcleo. Este diploma representa o reconhecimento oficial da UNESCO sobre a importância deste ecossistema para a sobrevivência da vida no Planeta. Em 1993, foi reconhecido como Sítio Ramsar por sua importância para a conservação de zonas úmidas. Em 1999, foi considerado Posto Avançado da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica.
O principal atrativo do PARNA é a observação de aves nos percursos das quatro trilhas do parque. Já foram catalogadas 275 espécies, das quais 35 são migratórias.
No Parque Nacional da Lagoa do Peixe ocorrem os três tipos de Formações Pioneiras: influência fluvial ou lacustre, influências flúvio-marinhas e influência marinha. Estas fisionomias estão representadas pelas formações herbáceas das dunas, banhados salgados (marismas), banhados de diversos tipos, campos inundáveis, campos arenosos, vegetação arbóreo arbustiva das dunas fixadas, matas arenícolas e matas palustres. Isto resulta numa reunião interessante de fisionomias e paisagens, típicas do litoral gaúcho e raramente encontradas em estado original nos dias atuais.
Referências:
1. ICMBio, Visitação - Parque Nacional da Lagoa do Peixe. Disponível em: http://www.icmbio.gov.br/portal/visitacao1/unidades-abertas-a-visitacao/9362-parque-nacional-da-lagoa-do-peixe. Acesso em 12/02/2020.
2. Plano de Manejo - Parque Nacional da Lagoa do Peixe. Disponível em: https://documentacao.socioambiental.org/ato_normativo/UC/1701_20141002_171329.pdf. Acesso em 12/02/2020.
Contacto
Chefe da UC: LUIS EDUARDO TORMA BURGUENO (DOU 12/08/2011)Praça Prefeito Luiz Martins, 30
96270-000 - Mostardas - RS Telefax: (51) 673 -1464 - 962-7030
e-mail: lagoadopeixe@terra.com.br