Reserva de Desenvolvimento Sustentável Amanã
Área
2.350.000,00ha.
Document area
Decreto - 19.021 - 04/08/1998
Población
4000
Legal Jurisdiction
Amazônia Legal
Año de creación
1998
Grupo
Uso Sustentável
Responsible instance
Estadual
Corridor
Central da Amazônia
Reservation
Amazonia Central
Mosaics
Baixo Rio Negro
Mapa
Municipios
Municipio(s) en que incide(n) la Unidad de Conservación y algunas de sus características
Municipios - RDS Amanã
| # | UF | Municipality | Población (IBGE 2018) | Población no urbana (IBGE 2010) | Población urbana (IBGE 2010) | Área do Município (ha) (IBGE 2017) | Área de la UC en municipio (ha) | Área de la UC en municipio (%) | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | AM | Barcelos | 18.834 | 8.374 | 10.460 | 12.244.503,90 | 1.103.022,32 |
|
46,39 % |
| 2 | AM | Coari | 70.616 | 17.720 | 52.896 | 5.797.078,50 | 320.918,81 |
|
13,50 % |
| 3 | AM | Codajás | 23.549 | 5.712 | 17.837 | 1.870.107,40 | 224.264,83 |
|
9,43 % |
| 4 | AM | Maraã | 15.529 | 7.603 | 7.926 | 1.683.082,60 | 729.729,39 |
|
30,69 % |
Ambiente
Gestión
- Management Agency: (SEMA-AM) Secretaria de Estado do Meio Ambiente do Amazonas
- Clase del consejo: Deliberativo
- Year of creation: 2014
Documentos jurídicos
Documentos jurídicos - RDS Amanã
Documento de gestión - RDS Amanã
| Tipo de plano | Año de aprobación | Estágio | Observación |
|---|---|---|---|
| Plano de manejo | 2020 | Aprovado |
Amenazas principales
Deforestación en Amazónia Legal
Este tema apresenta a análise dos dados de desmatamento produzidos pelo Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal (Prodes), que mapeia somente áreas florestadas da Amazônia Legal. Os dados do Prodes não incluem as áreas de cerrado que ocorrem em muitas Unidades de Conservação no bioma Amazônia.
Focos de calor
Área de abrangência do ponto: um foco indica a possibilidade de fogo em um elemento de resolução da imagem (pixel), que varia de 1 km x 1 km até 5 km x 4 km. Neste pixel pode haver uma ou várias queimadas distintas, mas a indicação será de um único foco. Se uma queimada for muito extensa, será detectada em alguns pixeis vizinhos, ou seja, vários focos estarão associados a uma única grande queimada.
Total identificado de deforestación acumulada hasta 2023: 10783 hectares
Características
Histórico
A Reserva de Desenvolvimento Sustentável Amanã cobre um área de aproximadamente 2.350.000 hectares, constituindo a maior área protegida em floresta tropical na América do Sul. Criada em 1998, a unidade é gerida pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas e tem como objetivo promover o desenvolvimento sustentável das populações que habitam sua área e garantir a proteção dos recursos naturais e socioculturais existentes. Associada às unidades de conservação vizinhas, PARNA do Jaú e RDS Mamirauá, forma uma área contigua de proteção com cerca de 5.746.000 hectares (INSTITUTO MAMIRAUÁ, 2015). O nome da RDS se refera ao Lago Amanã, um dos maiores lagos existentes na Amazônia (INSTITUTO MAMIRAUÁ, 2015).
A RDS foi criada por ser uma área de extrema importância biológica, localizada entre as bacias de um rio de águas pretas (Rio Negro) e dois rios de águas brancas (Rio Japurá e Rio Solimões), apresentando espécies raras e ameaçadas, além da presença de espécies que demandam extensa área para migração, como o peixes-boi.
A reserva faz parte do Corredor Ecológico da Amazônia Central e do Mosaico Baixo Rio Negro, e foi declarada como Patrimônio Natural da Humanidade. Em termos de gestão, teve seu conselho deliberativo formado em 2014 e, até o mês de junho de 2015, ainda não apresentava um plano de manejo.
O Mosaico de Áreas Protegidas do Baixo Rio Negro foi criado em 2010, englobando onze unidades de conservação. A criação do mosaico pretende contribuir no fortalecimento de políticas públicas e ações integradas numa escala territorial mais ampla, formando um corpo único com diverso de atores sociais e facilitando os processos de comunicação, interação e gestão de projetos de desenvolvimento territorial e conservação ambiental da região (CARDOSO, 2010).
Localização
Localizada nos municípios de Maraã, Codajás, Coari e Barcelos, todos no estado Amazonas, encontra-se na região do médio curso do rio Solimões, próximo à confluência com o rio Japurá, a aproximadamente 650 km, a oeste da cidade de Manaus (INSTITUTO MAMIRAUÁ, 2015). O acesso pode ser fluvial no trecho Manaus-Amanã, ou aéreo Manaus-Tefé, seguindo de barco até a reserva.
Usos
A população de Amanã vive principalmente de atividades de subsistência como a agricultura, a caça, a pesca e o extrativismo de cipó, de óleos de copaíba e andiroba e de frutos selvagens. Todas as comunidades envolvidas no gerenciamento da reserva localizam-se na bacia do rio Solimões, parte delas em ambiente de várzea e parte em ambiente de terra firme associado à várzea ou igapó (INSTITUTO MAMIRAUÁ, 2015).
Caracterização Ambiental
A RDS Amanã situa-se inteiramente no bioma amazônico e pertence as bacias do Rio Negro e Rio Japurá que exercem forte influencia sobre sua biodiversidade, oferecendo uma vasta gama de habitats naturais distribuídos entre florestas de várzea e terra firme. Um dos fatores mais importantes na distribuição, comportamento e diversidade de formas de vida presentes na reserva é a variação sazonal no nível da água, causada pelo padrão anual do regime de inundação dos rios e lagos da região. No período de cheia, forma-se uma área de floresta inundada (igapó) que, como resultado, aumenta a disponibilidade de habitat para a fauna aquática. Já na seca, a perda de habitat aquático resulta num aumento de predação e, na medida em que os animais se tornam mais concentrados em áreas de água livre, oferecem pouco ou nenhum abrigo (INSTITUTO MAMIRAUÁ, 2015).
A vegetação é formada por formações pioneiras, contato Campinarana-Floresta Ombrófila e, em sua maior parte, Floresta Ombrófila Densa. Com relação à fauna, a UC apresenta espécies como o uacari-preto (Cacajao melanocephalus), o jacaré-açu (Melanosuchus niger), jacaré-tinga (Caiman crocodilus), o peixe-boi (Trichechus inunguis), o boto (I. Geoffrensis), a onça pintada (Panthera onca), o gavião real (Harpia harpyja), o pirarucu (Arapaima gigas). A região conta com apoios do Instituto Mamirauá, organização social que atua com pesquisa, manejo e assessoria técnica nas reservas Amanã e Mamirauá.
Referências
CARDOSO, T. M. Depoimento: o mosaico do baixo rio Negro. Unidades de Conservação no Brasil, 2010. Disponível em: http://uc.socioambiental.org/territ%C3%B3rio/depoimento-o-mosaico-do-baixo-rio-negro. Acessao em: maio de 2015.
INSTITUTO MAMIRAUÁ. Amanã - Reserva de Desenvolvimento Sustentável. Disponível em: http://www.mamiraua.org.br/pt-br/reservas/amana/. Acessado em: junho/2015.
Contacto
IPAAM - Departamento de Gestão TerritorialChristina Fischer - Tel: (92) 3643-2305
Chefe da Unidade: Rodrigo Tawada (DOE AM 05/10/2011)
Centro Estadual de Unidades de Conservação - CEUC (AM)
Av. Mário Ipiranga Monteiro, n° 3280 - Parque 10
CEP: 69050-030 - AM
Email: ceuc@ceuc.sds.am.gov.br
Tel: (92) 3642-4607
Site: http://www.ceuc.sds.am.gov.br
Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável
Secretaria Executiva Adjunta de Projetos Especiais
Rita Mesquita (Secretária Adjunta) ou Maria do Carmo (Coordenadora do PGAI-AM)
Rua Recife, nº 3280, Parque 10 - Manaus-AM
Tel: (92) 3642-8807 / (92) 3642-4607
Site: www.sds.am.gov.br