Reserva Ecológica Apiacás
Area
100,000.00ha.
Document area
Decreto - 1.357 - 27/03/1992
Legal Jurisdiction
Amazônia Legal
Year created
1992
Group
Proteção Integral
Responsible instance
Estadual
Mosaics
Amazônia Meridional
Area
100,000.00ha.
Document area
Decreto - 1.357 - 27/03/1992
Legal Jurisdiction
Amazônia Legal
Year created
1992
Group
Proteção Integral
Responsible instance
Estadual
Mosaics
Amazônia Meridional
Map
Municipalities
Município(s) no(s) qual(is) incide a Unidade de Conservação e algumas de suas características
Municipalities - RESEC Apiacás
| # | UF | Municipality | Population (IBGE 2018) | Non-urban population (IBGE 2010) | Urban population (IBGE 2010) | Área do Município (ha) (IBGE 2017) | CA area in the municipality (ha) | CA area in the municipality (%) | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | MT | Apiacás | 8,590 | 2,339 | 6,251 | 2,048,902.40 | 109,497.65 |
|
100.00 % |
Environment
Management
- Management Agency: (CUCO) Coordenadoria de Unidades de Conservação
- Type of council:
- Year of creation:
Juridical Documents
Juridical Documents - RESEC Apiacás
Management documents - RESEC Apiacás
| Plan type | Approval year | Phase | Observation |
|---|---|---|---|
| Plano de manejo | 2008 | Aprovado |
Sobreposições
Conheça as sobreposições entre a Unidade de Conservação com outras Áreas Protegidas.
| Área Protegida | Área sobreposta à UC (ha) | Porcentagem da sobreposição |
|---|---|---|
| PARNA Juruena | 109,497.00 ha | 100.00% |
| TI Apiaká do Pontal e Isolados | 109,485.00 ha | 99.99% |
Não há informações no mapa sobre UCs sobrepostas que não se enquadram no SNUC (Sistema Nacional de Unidade de Conservação).
Characteristics
A Reserva Ecológica de Apiacás está em uma das áreas menos estudadas da Amazônia Legal, e está em fase de implantação. Nela, podem ser encontradas largas faixas de savanas, buritizais e vegetação associada a afloramentos. Um dos destaques é a intrincada rede de igarapés que entrecortam toda a reserva, cujas águas claras pertencem à rede de drenagem das bacias dos rios Juruena e Teles Pires. Já a importância da fauna da reserva reside não somente na sua grande representatividade mas também pela presença de várias espécies ameaçadas de extinção, com destaque para o tamanduá-bandeira, o cachorro do mato vinagre, a ararajuba, o gavião tesoura, entre outras. Há de se mencionar também a notável beleza cênica e presença de inúmeras cachoeiras, o que propicia o desenvolvimento de projetos de ecoturismo. Os principais desafios à consecução dos objetivos preservacionistas desta Unidade de Conservação são o garimpo de ouro nos leitos de drenagem e em diques marginais, a derrubada da floresta para a implantação de projetos agropastoris, projetos como a hidrovia Teles Pires-Tapajós e a implantação de usinas hidrelétricas. (fonte: Diagnóstico de Gestão Ambiental do Mato Grosso -2001; Unidades de Conservação do Mato Grosso - Governo do Estado do Mato Grosso, FEMA - 2002).
O diagnóstico da fauna da Reserva Ecológica de Apiacás e entorno, foi conduzido com o objetivo de levantar indícios da biodiversidade da Reserva.
Os resultados do levantamento de mamíferos resultou numa lista com 41 espécies. A Ordem Primates contribuiu com o maior número de gêneros e espécies entre os mamíferos nas florestas de terra firme. Além de seis espécies seguramente registradas é possível a ocorrência de uma sexta, provavelmente Alouatta seniculus (guariba ruivo). Quando se contrasta a composição da fauna de primatas às de outras áreas com estudos mais prolongados da Amazônia Meridional, observa-se que o Parque Nacional da Amazônia, no rio Tapajós (200 Km ao norte da Reserva de Apiacás - George et al., 1988) possui 12 espécies e o Núcleo Pioneiro Humboldt, em Aripuanã (200 Km ao Sudeste da Reserva Ayres & Ayres, 1979) possui sete espécies. Isto indica que a diversidade de primatas é bastante interessante do ponto de vista de conservação de patrimônio genético.
Foi registrada a presença de espécies ameaçadas de extinção no Brasil, como o tamanduá bandeira, cachorro do mato vinagre e cachorro do mato de orelhas curtas.
Um total de 193 espécies de aves foram identificadas em nível específico e encontradas cinco espécies de aves que constam da Lista Oficial Brasileira de Espécies Ameaçadas de Extinção (Bernardes, 1990); papagaio de cara-branca (Amazona Kawalli), ararajuba (Guarouba guarouba), Curicaca-de-bochecha-amarela (Pionopsita barabandi), Curicaca-urubu (Pionopsita vulturina) e Dançarino (Pipra cf. vilasboasi).
11 espécies são restritas aos centros de endemismo postulados por Cracraft, 1985. Estas espécies fazem parte do rol de espécies que são restritas ao Centro de Rondônia (região abrangida pela Estação Ecológica) e o Centro Pará. São elas jacamim (Psophia viridis), ararajuba (Guarouba guarouba), curicaca-urubu (Pionopsita vulturina), jacu-de-estalo (Neomorphus squamiger), araçari (Pteroglossus bitorquatus), arapaçu-marrom (Dendrocolaptes hoffmannsi), papa-mosca-marrom (Myionectes rufiventris), pipra de cabeça amarela (Pipra vilasboasi), jacutinga (Pipile nattereri), Tiriba-de barriga vermelha ( Pyrrhura rhodogaster) e choquinha (Myrmotherula iheringi).
(Fonte: SEMA - www.sema.mt.gov.br (Antiga FEMA) acesso: fev/2003)
Rua C, esquina com a Rua F - Centro Político Administrativo
CEP: 78050-970 - Cuiabá - MT
O diagnóstico da fauna da Reserva Ecológica de Apiacás e entorno, foi conduzido com o objetivo de levantar indícios da biodiversidade da Reserva.
Os resultados do levantamento de mamíferos resultou numa lista com 41 espécies. A Ordem Primates contribuiu com o maior número de gêneros e espécies entre os mamíferos nas florestas de terra firme. Além de seis espécies seguramente registradas é possível a ocorrência de uma sexta, provavelmente Alouatta seniculus (guariba ruivo). Quando se contrasta a composição da fauna de primatas às de outras áreas com estudos mais prolongados da Amazônia Meridional, observa-se que o Parque Nacional da Amazônia, no rio Tapajós (200 Km ao norte da Reserva de Apiacás - George et al., 1988) possui 12 espécies e o Núcleo Pioneiro Humboldt, em Aripuanã (200 Km ao Sudeste da Reserva Ayres & Ayres, 1979) possui sete espécies. Isto indica que a diversidade de primatas é bastante interessante do ponto de vista de conservação de patrimônio genético.
Foi registrada a presença de espécies ameaçadas de extinção no Brasil, como o tamanduá bandeira, cachorro do mato vinagre e cachorro do mato de orelhas curtas.
Um total de 193 espécies de aves foram identificadas em nível específico e encontradas cinco espécies de aves que constam da Lista Oficial Brasileira de Espécies Ameaçadas de Extinção (Bernardes, 1990); papagaio de cara-branca (Amazona Kawalli), ararajuba (Guarouba guarouba), Curicaca-de-bochecha-amarela (Pionopsita barabandi), Curicaca-urubu (Pionopsita vulturina) e Dançarino (Pipra cf. vilasboasi).
11 espécies são restritas aos centros de endemismo postulados por Cracraft, 1985. Estas espécies fazem parte do rol de espécies que são restritas ao Centro de Rondônia (região abrangida pela Estação Ecológica) e o Centro Pará. São elas jacamim (Psophia viridis), ararajuba (Guarouba guarouba), curicaca-urubu (Pionopsita vulturina), jacu-de-estalo (Neomorphus squamiger), araçari (Pteroglossus bitorquatus), arapaçu-marrom (Dendrocolaptes hoffmannsi), papa-mosca-marrom (Myionectes rufiventris), pipra de cabeça amarela (Pipra vilasboasi), jacutinga (Pipile nattereri), Tiriba-de barriga vermelha ( Pyrrhura rhodogaster) e choquinha (Myrmotherula iheringi).
(Fonte: SEMA - www.sema.mt.gov.br (Antiga FEMA) acesso: fev/2003)
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Secretaria de Estado de Meio Ambiente - SEMA/MTRua C, esquina com a Rua F - Centro Político Administrativo
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