Área de Proteção Ambiental do Ibirapuitã (APA)
Area
318,000.00ha.
Document area
Decreto - 529 - 20/05/1992
Legal Jurisdiction
Domínio Mata Atlântica
Year created
1992
Group
Uso Sustentável
Responsible instance
Federal
Area
318,000.00ha.
Document area
Decreto - 529 - 20/05/1992
Legal Jurisdiction
Domínio Mata Atlântica
Year created
1992
Group
Uso Sustentável
Responsible instance
Federal
Map
Municipalities
Município(s) no(s) qual(is) incide a Unidade de Conservação e algumas de suas características
Municipalities - APA do Ibirapuitã (APA)
| # | UF | Municipality | Population (IBGE 2018) | Non-urban population (IBGE 2010) | Urban population (IBGE 2010) | Área do Município (ha) (IBGE 2017) | CA area in the municipality (ha) | CA area in the municipality (%) | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | RS | Alegrete | 72,409 | 6,806 | 65,603 | 780,055.20 | 49,330.11 |
|
15.57 % |
| 2 | RS | Quaraí | 23,500 | 1,747 | 21,753 | 313,999.50 | 37,731.82 |
|
11.91 % |
| 3 | RS | Rosário do Sul | 36,630 | 3,974 | 32,656 | 434,365.60 | 51,495.06 |
|
16.25 % |
| 4 | RS | Sant'Ana do Livramento | 84,421 | 7,499 | 76,922 | 694,640.70 | 178,319.98 |
|
56.27 % |
Environment
Management
- Management Agency: (ICMBIO) Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade
- Type of council: Consultivo
- Year of creation: 2001
Juridical Documents
Juridical Documents - APA do Ibirapuitã (APA)
Management documents - APA do Ibirapuitã (APA)
| Plan type | Approval year | Phase | Observation |
|---|---|---|---|
| Plano de manejo | 1998 | Aprovado | Embora não tenha sido oficializado através de uma portaria ou algum instrumento normativo, o ICMBio considera o plano de manejo em anexo, segundo o site institucional acessado no dia 21/08/2014. Data acima fictícia (31/12/1998) (http://www.icmbio.gov.br/portal/biodiversidade/unidades-de-conservacao/biomas-brasileiros/pampa/unidades-de-conservacao-pampa/2233-apa-de-ibirapuita.html) |
Characteristics
A APA está localizada na região sudoeste do Estado do Rio Grande do Sul abrangendo parte dos municípios de Alegrete, Quaraí, Rosário do Sul e Sant'Ana do Livramento, distante cerca de 600 Km da capital Porto Alegre. Ocupa uma superfície de aproximadamente 318 mil hectares que circunscreve o trecho superior da bacia do rio Ibirapuitã.
A área inclui formações campestres e florestais de clima temperado, distintas de outras formações existentes no Brasil. Além disso, abriga 11 espécies de mamíferos raros ou ameaçados de extinção e 22 espécies de aves nesta mesma situação. Há espécies de peixe endêmicas na bacia do rio Ibirapuitã e sete gêneros de cactáceas e bromeliáceas apresentam espécies endêmicas da região. A mata aluvial apresenta inúmeras espécies arbóreas de interesse comercial.
As principais pressões e ameaças da APA incluem a expansão da lavoura de arroz, caça furtiva, agrotóxicos, erosão, queimadas, desmatamentos, grandes distâncias e dificuldades de acesso, baixa densidade populacional, êxodo rural e substituição de práticas agrícolas.
O vale do rio Ibirapuitã, na porção centro-norte da APA, apresenta extensas áreas de florestas aluviais e de galeria bem preservadas, com grande valor de conservação. Este setor está ameaçado pela expansão das lavouras de arroz e pela construção projetada de barragens.
As formações campestres estão, no geral, bastante impactadas pela presença do gado e pelo fogo. Dois setores localizados nas faces noroeste e oeste apresentam grande fragilidade em função do relevo acidentado e da suscetibilidade à arenização.
Texto redigido e composto a partir das seguintes referências:
1. ICMBio - APA do Ibirapuitã. Disponível em: http://www.icmbio.gov.br/portal/unidadesdeconservacao/biomas-brasileiros/pampa/unidades-de-conservacao-pampa/2233-apa-de-ibirapuita.html. Acesso em 06/02/2020.
2. Plano de Manejo - APA do Ibirapuitã. Disponível em: https://uc.socioambiental.org/anexos/1609_20140821_161611.pdf. Acesso em 06/02/2020.
A área inclui formações campestres e florestais de clima temperado, distintas de outras formações existentes no Brasil. Além disso, abriga 11 espécies de mamíferos raros ou ameaçados de extinção e 22 espécies de aves nesta mesma situação. Há espécies de peixe endêmicas na bacia do rio Ibirapuitã e sete gêneros de cactáceas e bromeliáceas apresentam espécies endêmicas da região. A mata aluvial apresenta inúmeras espécies arbóreas de interesse comercial.
As principais pressões e ameaças da APA incluem a expansão da lavoura de arroz, caça furtiva, agrotóxicos, erosão, queimadas, desmatamentos, grandes distâncias e dificuldades de acesso, baixa densidade populacional, êxodo rural e substituição de práticas agrícolas.
O vale do rio Ibirapuitã, na porção centro-norte da APA, apresenta extensas áreas de florestas aluviais e de galeria bem preservadas, com grande valor de conservação. Este setor está ameaçado pela expansão das lavouras de arroz e pela construção projetada de barragens.
As formações campestres estão, no geral, bastante impactadas pela presença do gado e pelo fogo. Dois setores localizados nas faces noroeste e oeste apresentam grande fragilidade em função do relevo acidentado e da suscetibilidade à arenização.
Texto redigido e composto a partir das seguintes referências:
1. ICMBio - APA do Ibirapuitã. Disponível em: http://www.icmbio.gov.br/portal/unidadesdeconservacao/biomas-brasileiros/pampa/unidades-de-conservacao-pampa/2233-apa-de-ibirapuita.html. Acesso em 06/02/2020.
2. Plano de Manejo - APA do Ibirapuitã. Disponível em: https://uc.socioambiental.org/anexos/1609_20140821_161611.pdf. Acesso em 06/02/2020.