Parque Nacional das Emas
Área
132.784,00ha.
Document area
Decreto - 70.375 - 06/04/1972
Jurisdição Legal
Outros
Ano de criação
1961
Grupo
Proteção Integral
Instância responsável
Federal
Área
132.784,00ha.
Document area
Decreto - 70.375 - 06/04/1972
Jurisdição Legal
Outros
Ano de criação
1961
Grupo
Proteção Integral
Instância responsável
Federal
Mapa
Municípios
Município(s) no(s) qual(is) incide a Unidade de Conservação e algumas de suas características
Municípios - PARNA das Emas
| # | UF | Município | População (IBGE 2018) | População não urbana (IBGE 2010) | População urbana (IBGE 2010) | Área do Município (ha) (IBGE 2017) | Área da UC no município (ha) | Área da UC no município (%) | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | MS | Costa Rica | 26.037 | 2.602 | 23.435 | 415.938,40 | 3.832,83 |
|
2,87 % |
| 2 | GO | Chapadão do Céu | 12.870 | 1.005 | 11.865 | 218.407,70 | 15.122,42 |
|
11,33 % |
| 3 | GO | Mineiros | 70.081 | 4.440 | 65.641 | 904.284,40 | 114.524,25 |
|
85,80 % |
Ambiente
Gestão
- Órgão Gestor: (ICMBIO) Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade
- Tipo de Conselho: Consultivo
- Ano de criação : 2002
Documentos Jurídicos
Documentos Jurídicos - PARNA das Emas
Documentos de gestão - PARNA das Emas
| Tipo de plano | Ano de aprovação | Fase | Observação |
|---|---|---|---|
| Ação emergencial | 1993 | ||
| Plano de manejo | 2005 | Aprovado | PORTARIA IBAMA Nº 3 DE 07/01/2005: Aprova o Plano de Manejo do PARNA das Emas, localizado no Estado de Goiás. |
Características
O Parque foi criado através do Decreto no. 49.874, de 11 de Janeiro de 1961, posteriormente revisto pelo Decreto no. 70.375, de 6 de Abril de1972. Localiza-se na divisa de Goiás com os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, entre as coordenadas 17o 50' a 18o 15'de latitude Sul e 52o 30' a 53o 10' de longitude Oeste.
Com uma área de aproximadamente 132 mil hectares, abrange parte dos municípios de mineiros Chapadão do Céu e Serranópolis, no estado de Goiás, e de Costa Rica, no Mato Grosso do Sul. Devido a sua extensão, integridade de habitats, riqueza faunística e presença de espécies raras e ameaçadas de extinção, a reserva representa uma das mais importantes unidades de conservação do bioma cerrado, tendo sido recentemente incluída nas ações prioritárias para conservação da biodiversidade do Cerrado e do Pantanal.
A altitude da região varia entre 350 e 1000 metros e os terrenos mais elevados concentram-se na Serra dos Caiapós. Com um relevo suavemente ondulado e solo predominantemente arenítico, o Parque é atravessado por rios de algumas das principais bacias hidrográficas do Brasil, tais como Taquari, da Bacia do Paraguai, e o Araguaia, da Bacia do Tocantins. Os rios Formoso e Jacuba, tributários da Bacia do rio Paranaíba, são os principais responsáveis pela drenagem do Parque.
A unidade possui várias tipologias do bioma Cerrado, como: mata ciliar, vereda, campo rupestre, campo úmido, cerradão, campo cerrado, campo sujo e campo limpo. As palmeiras indaiá constituem uma espécie dominante na paisagem das terras baixas, sendo que nos campos sujos predomina a roupala. Nos trechos de cerrado típico, as árvores variam em torno de cinco a seis metros, com formas retorcidas. Os campos arbustivos formam 70% da vegetação do Parque, sendo que 1,2% é formado por matas.
A fragmentação do habitat natural fez com que a área se tornasse refúgio para muitos exemplares da fauna nativa. São 350 espécies de aves e inúmeras espécies de mamíferos, entre as quais onça-pintada, onça-parda, tatu-canastra, queixada, lobo-guará, anta, veado-campeiro, jaguatirica, cachorro-do-mato e ema. A população de jararacas gira em torno de um milhão de indivíduos, que se somam a outras cobras como sucuris, corais, cipós e jiboias.
Uma peculiaridade do Parque das Emas é a presença de cupins luminescentes, o que ocorre entre os meses de dezembro a março. São centenas de cupinzeiros espalhados pela vegetação, que hospedam também outras espécies como corujas, cobras e tatus. O Parque forma uma 'ilha' de cerrados preservados imersa em uma área predominantemente agrícola. Daí sua importância para a conservação da diversidade do bioma cerrado, reconhecida pela Unesco por sua inclusão na lista do Patrimônio Mundial.
(FONTE: Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), disponível em: http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/53, acesso em 15/07/2016)
Vegetação (Ibama): Mata Ciliar, Vereda, Campo rupestre, mata mesofídica, campo úmido, cerrado, cerradão, campo cerrado, campo sujo e campo limpo.
Seja por seu tamanho ou por englobar todas as tipologias da região, o Parque Nacional das Emas, no Planalto Central, é o mais significativo Parque Nacional do Cerrado. A região onde se localiza este Parque (confluência dos Estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul) tem importância estratégica em virtude da extensa rede de drenagem que possui, localizada na região do divisor de águas entre três bacias hidrográficas (Bacia do Prata, Bacia Amazônica e a Bacia do Pantanal). O Projeto Cumeeira tem como meta desenvolver unidades demonstrativas para a recuperação das microbacias dos rios Araguaia, Taquari e Sucuriú, consolidar o Parque Nacional das Emas; estabelecer um programa de educação ambiental para a região e aumentar o conhecimento dos ecossistemas do Cerrado. O Projeto Cumeeira será desenvolvido através de quatro componentes: educação e informação ambiental; conservação do solo; recomposição e conservação de matas ciliares e pesquisa e conservação da fauna e flora. Informativo Conservation International do Brasil N. 1; Ano 4. 1997; pg.
Valor do Ingresso: R$ 3,00
Rua 229 nº 95 - Setor Universitário
74605-090 - Goiânia - GO
Fone: (64) 634-1704
Fax: (64) 634-1704
e-mail: parnaemas@bal.com.br
Com uma área de aproximadamente 132 mil hectares, abrange parte dos municípios de mineiros Chapadão do Céu e Serranópolis, no estado de Goiás, e de Costa Rica, no Mato Grosso do Sul. Devido a sua extensão, integridade de habitats, riqueza faunística e presença de espécies raras e ameaçadas de extinção, a reserva representa uma das mais importantes unidades de conservação do bioma cerrado, tendo sido recentemente incluída nas ações prioritárias para conservação da biodiversidade do Cerrado e do Pantanal.
A altitude da região varia entre 350 e 1000 metros e os terrenos mais elevados concentram-se na Serra dos Caiapós. Com um relevo suavemente ondulado e solo predominantemente arenítico, o Parque é atravessado por rios de algumas das principais bacias hidrográficas do Brasil, tais como Taquari, da Bacia do Paraguai, e o Araguaia, da Bacia do Tocantins. Os rios Formoso e Jacuba, tributários da Bacia do rio Paranaíba, são os principais responsáveis pela drenagem do Parque.
A unidade possui várias tipologias do bioma Cerrado, como: mata ciliar, vereda, campo rupestre, campo úmido, cerradão, campo cerrado, campo sujo e campo limpo. As palmeiras indaiá constituem uma espécie dominante na paisagem das terras baixas, sendo que nos campos sujos predomina a roupala. Nos trechos de cerrado típico, as árvores variam em torno de cinco a seis metros, com formas retorcidas. Os campos arbustivos formam 70% da vegetação do Parque, sendo que 1,2% é formado por matas.
A fragmentação do habitat natural fez com que a área se tornasse refúgio para muitos exemplares da fauna nativa. São 350 espécies de aves e inúmeras espécies de mamíferos, entre as quais onça-pintada, onça-parda, tatu-canastra, queixada, lobo-guará, anta, veado-campeiro, jaguatirica, cachorro-do-mato e ema. A população de jararacas gira em torno de um milhão de indivíduos, que se somam a outras cobras como sucuris, corais, cipós e jiboias.
Uma peculiaridade do Parque das Emas é a presença de cupins luminescentes, o que ocorre entre os meses de dezembro a março. São centenas de cupinzeiros espalhados pela vegetação, que hospedam também outras espécies como corujas, cobras e tatus. O Parque forma uma 'ilha' de cerrados preservados imersa em uma área predominantemente agrícola. Daí sua importância para a conservação da diversidade do bioma cerrado, reconhecida pela Unesco por sua inclusão na lista do Patrimônio Mundial.
(FONTE: Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), disponível em: http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/53, acesso em 15/07/2016)
Vegetação (Ibama): Mata Ciliar, Vereda, Campo rupestre, mata mesofídica, campo úmido, cerrado, cerradão, campo cerrado, campo sujo e campo limpo.
Seja por seu tamanho ou por englobar todas as tipologias da região, o Parque Nacional das Emas, no Planalto Central, é o mais significativo Parque Nacional do Cerrado. A região onde se localiza este Parque (confluência dos Estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul) tem importância estratégica em virtude da extensa rede de drenagem que possui, localizada na região do divisor de águas entre três bacias hidrográficas (Bacia do Prata, Bacia Amazônica e a Bacia do Pantanal). O Projeto Cumeeira tem como meta desenvolver unidades demonstrativas para a recuperação das microbacias dos rios Araguaia, Taquari e Sucuriú, consolidar o Parque Nacional das Emas; estabelecer um programa de educação ambiental para a região e aumentar o conhecimento dos ecossistemas do Cerrado. O Projeto Cumeeira será desenvolvido através de quatro componentes: educação e informação ambiental; conservação do solo; recomposição e conservação de matas ciliares e pesquisa e conservação da fauna e flora. Informativo Conservation International do Brasil N. 1; Ano 4. 1997; pg.
Contato
Aberto à visitação pública (fev/2003)Valor do Ingresso: R$ 3,00
Rua 229 nº 95 - Setor Universitário
74605-090 - Goiânia - GO
Fone: (64) 634-1704
Fax: (64) 634-1704
e-mail: parnaemas@bal.com.br