Monumento Natural das Árvores Fossilizadas do Estado do Tocantins
Área
32.152,00ha.
Document area
Lei - 1.179 - 04/10/2000
Jurisdição Legal
Amazônia Legal
Ano de criação
2000
Grupo
Proteção Integral
Instância responsável
Estadual
Área
32.152,00ha.
Document area
Lei - 1.179 - 04/10/2000
Jurisdição Legal
Amazônia Legal
Ano de criação
2000
Grupo
Proteção Integral
Instância responsável
Estadual
Mapa
Municípios
Município(s) no(s) qual(is) incide a Unidade de Conservação e algumas de suas características
Municípios - MONAT das Árvores Fossilizadas do Estado do Tocantins
| # | UF | Município | População (IBGE 2018) | População não urbana (IBGE 2010) | População urbana (IBGE 2010) | Área do Município (ha) (IBGE 2017) | Área da UC no município (ha) | Área da UC no município (%) | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | TO | Filadélfia | 7.712 | 2.682 | 5.030 | 199.125,80 | 32.742,45 |
|
100,00 % |
Ambiente
Gestão
- Órgão Gestor: (Naturatins) Instituto Natureza do Tocantins
- Tipo de Conselho: Consultivo
- Ano de criação : 2012
Documentos Jurídicos
Documentos Jurídicos - MONAT das Árvores Fossilizadas do Estado do Tocantins
Documentos de gestão - MONAT das Árvores Fossilizadas do Estado do Tocantins
| Tipo de plano | Ano de aprovação | Fase | Observação |
|---|---|---|---|
| Plano de manejo | 2006 | Aprovado | Ver situação jurídica. |
Características
O Monumento Natural das Árvores Fossilizadas está situado no município de Filadélfia; esta Unidade de Conservação de uso integral possui 31.758 hectares. Foi criado pela Lei Estadual n 1.179, de outubro de 2000, com o objetivo de preservar o patrimônio fossilífero presente na área. É uma UC de caráter especial pelo fato de ser uma Unidade de Proteção Integral e ter como objetivo básico a preservação de lugares singulares, raros e de grande beleza da paisagem (SNUC, Art. 12). Mesmo assim, é permitido o suo controlado em suas áreas, e mesmo da permanência de propriedades particulares em seu interior desde que seja possível compatibilizar os objetivos da unidade com a utilização da terra e dos recursos naturais.
O Monumento Natural das Árvores Fossilizadas tem este nome em função da existência de sítios paleontológicos e arqueológicos onde são encontrados os fósseis de árvores como pteridófitas, esfenófitas, coníferas e cicadácias. Ele é também conhecido como Parque das Árvores Petrificadas, cujos fósseis são chamados de Pedras de Pau pela comunidade local.
As rochas do Monumento e de seus arredores são portadoras de notável e abundante material fossilífero, essencialmente, representado por restos de plantas ainda pobremente estudados. Tais fósseis constituem uma peça-chave do patrimônio científico mundial, tendo enorme importância para estudiosos que investigam florestas, o clima e a ecologia planetária do período Permiano.
Entre os elementos paleobotânicos do Monumento, destacam-se samambaias arborescentes. Estas, no Neopaleozóico, distribuíram-se largamente pela Terra em meio às comunidades de plantas higrófilas de terras baixas, exibindo uma notável diversidade de padrões morfológicos, anatômicos, ecológicos e de crescimento.
A localização geográfica do Monumento Natural das Árvores Fossilizadas confere a ele grande importância, pois está inserido em uma área considerada prioritária para a conservação de vários grupos animais, como répteis e anfíbios.
Esta UC, com espaços naturais ainda significativos, desempenha um importante papel como um corredor de dispersão da fauna terrestre, além de abranger notável diversidade de formações vegetacionais, como o cerradão, o campo cerrado, além das matas de galerias que margeiam os cursos d'Água e enclaves de florestas de afinidades amazônicas e matas secas, com uma seqüência contínua de interfaces e gradientes ambientais.
(Fonte: www.areasprotegidas.to.gov.br. Acesso em: 28/04/2010).
Seu objetivo principal é proteger uma raridade da paleobotânica: árvores fossilizadas. Resistindo à depredação, ao abandono das autoridades e ao descaso dos próprios moradores, este local encravado no interior do Estado abriga informações sobre uma das mais importantes transformações geológicas.
Acredita-se que a petrificação dessas árvores data do período triásico da era mesozóica, há 180 a 225 milhões de anos. Não é necessário escavar ou fazer grande esforço para localizar um ou outro exemplar. A erosão superficial ocorrida acabou resultando em afloramentos, deixando expostos pedaços de troncos de árvores em meio ao cerrado e nas pastagens das propriedades abrangidas pelo Monumento.
(Fonte: Secretaria do Planejamento (TO) - www.seplan.to.gov.br - Acesso: set/2005).
Objetivo da UC: Proteger e conservar as diversidades biológicas e paleontológicas existentes no local. A vegetação predominante na região é o cerrado, variando de fisionomias mais abertas como o campo sujo, passando por cerrado sentido restrito até cerrado denso e cerradão. Os elementos arbóreos de destaque são: Byrsonima subterranea (murici), Curatella americana (Lixeira), Hymenaea stigonocarpa (jatobá), Qualea grandiflora (pau-terra), Caryocar coriaceum (pequi), Tabebuia sp. (ipês), Copaifera langsdorfii (copaíba), Anadenanthera spp.(angico), Sponidas lútea (cajá), entre outras.
Espécie endêmica: Lycalopex vetulus (raposinha)
Relevo: Está inserido nos domínios das Bacias Sedimentares Paleo-Mesozóicas (bacias cratônicas e intracratônicas) e Meso-Cenozóicas, e Azonal das Áreas Fluviais. Superfícies planas em níveis altimétricos diferentes e interrompidas por escarpas erosivas. Os efeitos de mudanças climáticas e fases de pediplanação foram responsáveis pela redução da área de Chapadas, cujo os testemunhos correspondem aos morros: da Espia, do Arthur, Fino, Caititu do Lontra e da Mangabeira.
Solos: Argissolos vermelhos-amarelos, Chernossolos Argilúvicos, Neossolos Litólicos e Neossolos Quartzarênicos.
Geologia: As rochas sedimentares do MONAT pertencem à Bacia Sedimentar do Parnaíba e foram ali acumuladas por volta de 295 a 245 milhões de anos (Eopermiano a Eotriássico). Os sedimentos das formações Pedra de Fogo e Motuca são permianas e a Sambaíba é eotriássica. A formação Pedra de Fogo é notável série de camadas se sílex oolítico, pisolítico e concrecionado, contendo aglomerados de fragmentos angulosos de formações contemporâneas e grandes troncos de madeira estratificada.
Hidrologia: As sub-bacias que abrangem o MONAT são caracterizadas pelos seguintes córregos: Lajinha, Mamoeiro, Maraja, Mutum, Olho de Prata, Salobro, Serra Torre de Lua e Sussupara, os ribeirões Balsinha, Cana-brava,Arraias e Grotão, e os rios Amaro, Corrente, João Alves, Pirarucu e Tocantins.
(Fonte: Cadastro Nacional de Unidades de Conservação. www.mma.gov.br. Última atualização: 13/07/2007. Acesso em: 28/04/2010).
Instituto Natureza do Tocantins - Naturantins
AANE 40 QI 02 Lote 03 Alameda 01
CEP: 77.054-040 - Palmas - TO
Tel: (63) 3218-2600 / 3218-2678
E-mail: naturato@terra.com.br; ucstocantins@naturatins.to.gov.br
Presidente: Isaac Brás da Cunha
O Monumento Natural das Árvores Fossilizadas tem este nome em função da existência de sítios paleontológicos e arqueológicos onde são encontrados os fósseis de árvores como pteridófitas, esfenófitas, coníferas e cicadácias. Ele é também conhecido como Parque das Árvores Petrificadas, cujos fósseis são chamados de Pedras de Pau pela comunidade local.
As rochas do Monumento e de seus arredores são portadoras de notável e abundante material fossilífero, essencialmente, representado por restos de plantas ainda pobremente estudados. Tais fósseis constituem uma peça-chave do patrimônio científico mundial, tendo enorme importância para estudiosos que investigam florestas, o clima e a ecologia planetária do período Permiano.
Entre os elementos paleobotânicos do Monumento, destacam-se samambaias arborescentes. Estas, no Neopaleozóico, distribuíram-se largamente pela Terra em meio às comunidades de plantas higrófilas de terras baixas, exibindo uma notável diversidade de padrões morfológicos, anatômicos, ecológicos e de crescimento.
A localização geográfica do Monumento Natural das Árvores Fossilizadas confere a ele grande importância, pois está inserido em uma área considerada prioritária para a conservação de vários grupos animais, como répteis e anfíbios.
Esta UC, com espaços naturais ainda significativos, desempenha um importante papel como um corredor de dispersão da fauna terrestre, além de abranger notável diversidade de formações vegetacionais, como o cerradão, o campo cerrado, além das matas de galerias que margeiam os cursos d'Água e enclaves de florestas de afinidades amazônicas e matas secas, com uma seqüência contínua de interfaces e gradientes ambientais.
(Fonte: www.areasprotegidas.to.gov.br. Acesso em: 28/04/2010).
Seu objetivo principal é proteger uma raridade da paleobotânica: árvores fossilizadas. Resistindo à depredação, ao abandono das autoridades e ao descaso dos próprios moradores, este local encravado no interior do Estado abriga informações sobre uma das mais importantes transformações geológicas.
Acredita-se que a petrificação dessas árvores data do período triásico da era mesozóica, há 180 a 225 milhões de anos. Não é necessário escavar ou fazer grande esforço para localizar um ou outro exemplar. A erosão superficial ocorrida acabou resultando em afloramentos, deixando expostos pedaços de troncos de árvores em meio ao cerrado e nas pastagens das propriedades abrangidas pelo Monumento.
(Fonte: Secretaria do Planejamento (TO) - www.seplan.to.gov.br - Acesso: set/2005).
Objetivo da UC: Proteger e conservar as diversidades biológicas e paleontológicas existentes no local. A vegetação predominante na região é o cerrado, variando de fisionomias mais abertas como o campo sujo, passando por cerrado sentido restrito até cerrado denso e cerradão. Os elementos arbóreos de destaque são: Byrsonima subterranea (murici), Curatella americana (Lixeira), Hymenaea stigonocarpa (jatobá), Qualea grandiflora (pau-terra), Caryocar coriaceum (pequi), Tabebuia sp. (ipês), Copaifera langsdorfii (copaíba), Anadenanthera spp.(angico), Sponidas lútea (cajá), entre outras.
Espécie endêmica: Lycalopex vetulus (raposinha)
Relevo: Está inserido nos domínios das Bacias Sedimentares Paleo-Mesozóicas (bacias cratônicas e intracratônicas) e Meso-Cenozóicas, e Azonal das Áreas Fluviais. Superfícies planas em níveis altimétricos diferentes e interrompidas por escarpas erosivas. Os efeitos de mudanças climáticas e fases de pediplanação foram responsáveis pela redução da área de Chapadas, cujo os testemunhos correspondem aos morros: da Espia, do Arthur, Fino, Caititu do Lontra e da Mangabeira.
Solos: Argissolos vermelhos-amarelos, Chernossolos Argilúvicos, Neossolos Litólicos e Neossolos Quartzarênicos.
Geologia: As rochas sedimentares do MONAT pertencem à Bacia Sedimentar do Parnaíba e foram ali acumuladas por volta de 295 a 245 milhões de anos (Eopermiano a Eotriássico). Os sedimentos das formações Pedra de Fogo e Motuca são permianas e a Sambaíba é eotriássica. A formação Pedra de Fogo é notável série de camadas se sílex oolítico, pisolítico e concrecionado, contendo aglomerados de fragmentos angulosos de formações contemporâneas e grandes troncos de madeira estratificada.
Hidrologia: As sub-bacias que abrangem o MONAT são caracterizadas pelos seguintes córregos: Lajinha, Mamoeiro, Maraja, Mutum, Olho de Prata, Salobro, Serra Torre de Lua e Sussupara, os ribeirões Balsinha, Cana-brava,Arraias e Grotão, e os rios Amaro, Corrente, João Alves, Pirarucu e Tocantins.
(Fonte: Cadastro Nacional de Unidades de Conservação. www.mma.gov.br. Última atualização: 13/07/2007. Acesso em: 28/04/2010).
Contato
Gestor da UC: JULIANA ALMEIDA CALMON VASCONCELOS (DOE 26/08/2013)Instituto Natureza do Tocantins - Naturantins
AANE 40 QI 02 Lote 03 Alameda 01
CEP: 77.054-040 - Palmas - TO
Tel: (63) 3218-2600 / 3218-2678
E-mail: naturato@terra.com.br; ucstocantins@naturatins.to.gov.br
Presidente: Isaac Brás da Cunha