Reserva Extrativista do Baixo Juruá
Área
187.982,00ha.
Document area
Decreto - s/n - 01/08/2001
População
103
Jurisdição Legal
Amazônia Legal
Ano de criação
2001
Grupo
Uso Sustentável
Instância responsável
Federal
Corredor
Central da Amazônia
Área
187.982,00ha.
Document area
Decreto - s/n - 01/08/2001
População
103
Jurisdição Legal
Amazônia Legal
Ano de criação
2001
Grupo
Uso Sustentável
Instância responsável
Federal
Corredor
Central da Amazônia
Mapa
Municípios
Município(s) no(s) qual(is) incide a Unidade de Conservação e algumas de suas características
Municípios - RESEX do Baixo Juruá
| # | UF | Município | População (IBGE 2018) | População não urbana (IBGE 2010) | População urbana (IBGE 2010) | Área do Município (ha) (IBGE 2017) | Área da UC no município (ha) | Área da UC no município (%) | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | AM | Juruá | 10.742 | 3.527 | 7.215 | 1.943.880,50 | 111.126,96 |
|
61,58 % |
| 2 | AM | Uarini | 14.431 | 4.667 | 9.764 | 1.027.555,90 | 69.336,78 |
|
38,42 % |
Ambiente
Gestão
- Órgão Gestor: (ICMBIO) Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade
- Tipo de Conselho: Deliberativo
- Ano de criação : 2008
Documentos Jurídicos
Documentos Jurídicos - RESEX do Baixo Juruá
Documentos de gestão - RESEX do Baixo Juruá
| Tipo de plano | Ano de aprovação | Fase | Observação |
|---|---|---|---|
| Plano de manejo | 2009 | Aprovado | Portaria ICMBio 89 de 16/11/2009 (DOU 17/11/2009) |
Características
A Reserva Extrativista do Baixo Juruá, esta localizada nos municípios de Juruá e Uarini/AM, distante 1.200 Km aproximadamente da capital Manaus, por via fluvial.
A Reserva abriga uma série de comunidades, algumas delas com cultura bem tradicional amazônica e outras que já sofrem influência de diversos modelos culturais nacionais e internacionais, como por exemplo hábitos de consumo, de comportamento e de domínio lingüístico. Algumas destas comunidades são assediadas com a presença do estado, enquanto que outras possuem muito pouco contato com a realidade fora da regionalidade.
Estas comunidades são em sua grande maioria ribeirinhos que se organizam em pequenas comunidades nas margens do rio Juruá ou mata a dentro às margens de lagos e igarapés. Grande parte destas comunidades apresentam traços fortíssimos de etnia indígena local sendo que em algumas, percebe-se claramente a presença de etnia brasileira que compõe as diferentes regiões do território nacional.
A base alimentar destas comunidades é o peixe e a farinha de mandioca em sua totalidade e incrementados com caça de animais silvestres e coleta de frutas, raízes e folhas do ambiente natural. Muitas comunidades ainda possuem outros animais como fonte de alimentação ou simplesmente como poupança em forma de proteína animal viva, como galinha, pato, porco e gado.
Muitos comunitários percebem um aumento na degradação de alguns ambientes ao longo dos anos, acusando a sobre pesca de determinadas espécies de peixe em lagos e rios e captura de de quelônios e outros animais silvestres, a responsabilidade por esta degradação.
A falta de informação também contribui para esta degradação e a ausência de diálogo entre os diversos setores da sociedade na discussão e elaboração de planos de desenvolvimento e alternativas econômicas regionais, impulsionam as comunidades para um modelo que não segue as regras de sustentabilidade, bem como o descumprimento de normas estabelecidas, muitas delas discutidas em bases comunitárias partícipes do processo de formação da reserva, ocasionando conflitos e contribuindo para o impedimento no levantamento de dados importantes para avaliações e criação de atividades de manejo, bem como avaliação correta dos indicadores de eficiência da reserva.
Apesar de o estado brasileiro destinar profissionais competentes, como é o caso do IBAMA/Tefé, para gerenciar o ambiente, estes são insuficientes para atender ao enorme fluxo de ocorrências uma vez que a área é relativamente grande e os obstáculos naturais são desfavoráveis.
Destaca-se também na reserva a abundância de peixes, a exuberância da floresta e a ausência quase que absoluta da destruição provocada pelo homem em grandes escalas, salvo pequenos espaços destinados ao cultivo de mandioca e outros alimentos e a presença em pequena parcela de criação de gado, que merece atenção e acompanhamento no seu crescimento. Fora isso, nota-se um mundo fértil para as fantasias, entendimento para o comportamento de muitas espécies animais e vegetais e espaço apropriado para pesquisas acadêmicas em diversas áreas.
Fonte: http://www.ecv.ufsc.br - Acesso: fev/08).
Rua Ministro João Gonçalves de Souza, S/Nº - KM 01- BR 319, Distrito Industrial
CEP: 69.075-830 - Manaus - AM
Tel: (92) 613-3080/613-3094/613-3096/613-3277/613-3261
Fax: (92) 613-3095
Coordenadoria Regional (ICMBio): Caio Marcio Paim Pamplona
Endereço CR: Av. do Turismo, 1350 - Tarumã
CEP: 69041-010 - Manaus - AM
Tel: (92) 3613-3080
(92) 3232-7040
(92) 3303-6443
Email: cr.manaus@gmail.com
A Reserva abriga uma série de comunidades, algumas delas com cultura bem tradicional amazônica e outras que já sofrem influência de diversos modelos culturais nacionais e internacionais, como por exemplo hábitos de consumo, de comportamento e de domínio lingüístico. Algumas destas comunidades são assediadas com a presença do estado, enquanto que outras possuem muito pouco contato com a realidade fora da regionalidade.
Estas comunidades são em sua grande maioria ribeirinhos que se organizam em pequenas comunidades nas margens do rio Juruá ou mata a dentro às margens de lagos e igarapés. Grande parte destas comunidades apresentam traços fortíssimos de etnia indígena local sendo que em algumas, percebe-se claramente a presença de etnia brasileira que compõe as diferentes regiões do território nacional.
A base alimentar destas comunidades é o peixe e a farinha de mandioca em sua totalidade e incrementados com caça de animais silvestres e coleta de frutas, raízes e folhas do ambiente natural. Muitas comunidades ainda possuem outros animais como fonte de alimentação ou simplesmente como poupança em forma de proteína animal viva, como galinha, pato, porco e gado.
Muitos comunitários percebem um aumento na degradação de alguns ambientes ao longo dos anos, acusando a sobre pesca de determinadas espécies de peixe em lagos e rios e captura de de quelônios e outros animais silvestres, a responsabilidade por esta degradação.
A falta de informação também contribui para esta degradação e a ausência de diálogo entre os diversos setores da sociedade na discussão e elaboração de planos de desenvolvimento e alternativas econômicas regionais, impulsionam as comunidades para um modelo que não segue as regras de sustentabilidade, bem como o descumprimento de normas estabelecidas, muitas delas discutidas em bases comunitárias partícipes do processo de formação da reserva, ocasionando conflitos e contribuindo para o impedimento no levantamento de dados importantes para avaliações e criação de atividades de manejo, bem como avaliação correta dos indicadores de eficiência da reserva.
Apesar de o estado brasileiro destinar profissionais competentes, como é o caso do IBAMA/Tefé, para gerenciar o ambiente, estes são insuficientes para atender ao enorme fluxo de ocorrências uma vez que a área é relativamente grande e os obstáculos naturais são desfavoráveis.
Destaca-se também na reserva a abundância de peixes, a exuberância da floresta e a ausência quase que absoluta da destruição provocada pelo homem em grandes escalas, salvo pequenos espaços destinados ao cultivo de mandioca e outros alimentos e a presença em pequena parcela de criação de gado, que merece atenção e acompanhamento no seu crescimento. Fora isso, nota-se um mundo fértil para as fantasias, entendimento para o comportamento de muitas espécies animais e vegetais e espaço apropriado para pesquisas acadêmicas em diversas áreas.
Fonte: http://www.ecv.ufsc.br - Acesso: fev/08).
Contato
Endereço para Correspondência (Ibama):Rua Ministro João Gonçalves de Souza, S/Nº - KM 01- BR 319, Distrito Industrial
CEP: 69.075-830 - Manaus - AM
Tel: (92) 613-3080/613-3094/613-3096/613-3277/613-3261
Fax: (92) 613-3095
Coordenadoria Regional (ICMBio): Caio Marcio Paim Pamplona
Endereço CR: Av. do Turismo, 1350 - Tarumã
CEP: 69041-010 - Manaus - AM
Tel: (92) 3613-3080
(92) 3232-7040
(92) 3303-6443
Email: cr.manaus@gmail.com