RESEX do Rio Cajari

Informações gerais

Rio Cajari
Reserva Extrativista
Federal
Uso Sustentável
532.397 (Decreto - s/n - 30/09/1997)
1990
Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade
Deliberativo
2006
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Município(s) no(s) qual(is) incide a Unidade de Conservação e algumas de suas características

Município População (IBGE 2007) População rural (IBGE 2001) População urbana (IBGE 2001) Estado Área do município (ha) Área da UC no município (ha) Porcentagem da UC no município (%)
Mazagão 13862 6014 5972 AP 1.313.089 223.180 44.44 %
Vitória do Jari 10765 1680 6880 AP 248.260 84.790 16.88 %
Laranjal do Jari 37491 1723 26792 AP 3.096.618 194.206 38.67 %

Pressões e ameaças

O desmatamento, as queimadas e a mineração industrial, são algumas das pressões que mais ameaçam as Unidades de Conservação. Veja abaixo dados atualizados sobre essas pressões nesta UC; para uma visualização comparativa entre as UCs mais desmatadas na Amazônia Legal, acesse o ranking dinâmico.

Para detalhes sobre a obtenção dos dados, acesse nossa nota técnica.

5534.25 ha

Características

Características

Na Floresta Ombrófila Densa, a formação vegetal mais representativa na RESEX -, destacam-se densas populações de castanheiras (Bertholletia excelsa) e açaizais (Euterpe oleracea).
A RESEX localiza-se na região do Escudo das Guianas, que é uma Centro de Endemismo. Há informações para avifauna e herpetofauna. AVES: Phaethornis malaris (besourão-de-bico-grande); Percnostola rufifrons (formigueiro-de-cabeça-preta); Myrmeciza ferruginea (formigueiro-ferrugem). HERPETOFAUNA: Leposoma guianense; Atelopus spumarius; Arthrosaura kockii; Iphisa elegans. Há também uma espécies de anfíbio (Pristimantis chiastonotus), que é endêmica do Amapá. Ressalta-se que um morador da região do lago do Ajuruxi, região do Médio Cajari, indicou já ter capturado exemplares de um poraquê (peixe-elétrico do gênero Electrophorus) branco - sendo que não há descrição, neste gênero, de espécies com esta coloração. Contudo, o tema necessita de estudo, incluindo esforço de coleta.
Relevo: Segundo mapa de declividade, há intervalos de classe que variam desde <10 m a 11-30 m na região do Baixo Cajari, até as classes 61-120 m e <120 m, no Alto Cajari, principalmente, sendo que está última é praticamente restrita à região noroeste da RESEX.
A maior extensão é do Latossolo Amarelo, mas também ocorrem o Gleissolo, Hidromórficos, Latossolo Vermelho-Amarelo, Plintossolo e o Podzólico Vermelho-Amarelo.
Geologia: A região apresenta as seguintes sequências geológicas: Formação Curuá, Formação Trombetas e Formação de Barreiras e Aluviões do Quaternário. Em virtude da proximidade da foz do rio Amazonas, a área está sujeita aos efeitos das marés, sendo que as altas criam um efeito de inundação das terras baixas e depositam sedimentos sobre as margens do canal do norte e nas terras mais baixas no interior da RESEX. Não há registro de cavidades naturais.
A RESEX é drenada pelas bacias dos rios Cajari e Ajuruxi, do igarapé Tambaqui e outros pequenos cursos d´água. Todas as suas águas se dirigem ao canal do norte do rio Amazonas. O rio Cajari, em alto e médio curso, apresenta solos com características de drenagem incipiente e a planície aluvial favorece o acúmulo de água e a formação de terraços alagados, chamados "várzeas" pelos moradores da região. No baixo curso, o rio Cajari e outros corpos d´água confundem-se com as áreas de depósito aluvionário do canal do norte, formando meandros, diques, furos, paranás e lagoas.
Tipos de recursos: Produtos não madeireiros - Produtos extrativistas: castanha-do-brasil e açaí (palmito e fruto).
Pesca - Utilizada para subsistência direta, e também para "escambo" com produtos industrializados, trazidos por "regatões" (barcos de comércio ambulante).
Fauna - Utilizada para alimentação, sendo caçados principalmente aves das ordens Galliformes e Tinamiformes e mamíferos (principalmente catetos, pacas, cutias e macacos). Há também caça irregular, exercida por não-extrativistas, e também denúncias de extrativistas que facilitam a atividade de caçadores ilegais, vindos principalmente das cidades de Macapá, Santana e Laranjal do Jari.
Produtos madeireiros - De acordo com o Plano de Utilização da RESEX Cajari, o uso madeireiro se restringiria ao uso comunitário, para utilização na construção de moradias dos extrativistas, bem como benfeitorias comunitárias (ex: centros comunitários e igrejas).
Infra-estrutura: veículos leves e de tração, hotel/pousada, embarcação pequena e de médio porte.
(Fonte: Cadastro Nacional de Unidades de Conservação. www.mma.gov.br. Última atualização: 12/03/2010. Acesso em: 20/04/2010).

O clima da Reserva Extrativista do Rio Cajarí, é caracterizado por alta pluviosidade, com precipitação anual variando entre 2.300 mm e 2.400 mm. É nos meses de fevereiro, março e abril que acontecem as maiores chuvas, enquanto que entre os meses de setembro e dezembro, ocorre o período mais seco. A Umidade Relativa do Ar tem média anual de 85%, e a Temperatura anual varia entre 16°C e 38°C, com valor médio em torno de 26°C. A Insolação média anual varia entre 2000 a 2200 horas. Essa Reserva é drenada pelas bacias dos Rios Cajarí e Ajuruxí, Igarapé Tambaquí e outros pequenos igarapés vindos do nordeste, e todas as águas se dirigem para o Canal do Norte, Rio Amazonas. O Rio Cajarí no seu alto e médios cursos, apresenta solos com características de drenagem excessivamente incipiente, e a planície aluvial favorece o acúmulo de água e a formação de terraços alagados, chamados pelos moradores da região de várzeas. No baixo curso, o Rio Cajarí e os outros cursos dágua, se confundem com as áreas de depósito aluvionares do Canal do Norte, formando meandros, diques, furos, paranás e lagoas. As cheias e vazantes são controladas pelas marés. Os solos da Reserva, em sua maioria, apresentam textura entre média a argilosa, fertilidade natural baixa, concressões e vulnerabilidade à erosão. A fauna da região da Reserva tem características bem diferenciadas dependendo do ecossistema onde ocorre, apresentando características bem diferentes quanto à seus hábitos, forma de alimentação, etc. No ecossistema de Floresta Densa, verifica-se a presença de antas, cotias, preguiças, quatí, macacos e gatos. No Ecossistema de Campos de Cerrado ocorrem principalmente animais de hábitos terrestres como répteis, pequenos roedores, mamíferos herbívoros, etc. O Ecossistema de Áreas Ribeirinhas e de Água Doce apresenta uma fauna mais abundante, tanto terrestre quanto aquática como os jacarés, tartarugas, lontras, ariranhas,capivaras, anta, paca e grande quantidade de aves como marrecos, garças, socós, patos, ariramba, além de peixes dos mais variados.
Histórico:
A Reserva Extrativista do Rio Cajarí, localiza-se na parte sul do Estado do Amapá, região ocupada a partir do ciclo da borracha, em meados do século passado. Essas terras foram apropriadas inicialmente pelo seringalista José Júlio de Andrade, que durante seus mandatos de Deputado Federal e Senador, conseguiu registrar, através de manobras cartoriais, área superior a 3.000.000 ha, incluindo terras dos Estados do Pará e Amapá. Nesse período, foram atraídos para a região um número significativo de nordestinos e caboclos, que desenvolviam apenas atividades extrativistas, como a coleta de borracha, balata, maçaranduba, castanha do Brasil, couros de animais selvagens, óleos medicinais, etc.. Enquanto isso, o Coronel José Júlio, como era conhecido na região, acumulava riquezas explorando o trabalho daquela gente. Com o enfraquecimento político dos coronéis, em 1948 essas terras foram vendidas a um grupo de comerciantes portugueses que além de criar uma empresa de comércio e navegação, continuaram mantendo os extrativistas pelo sistema de aviamento. Essa empresa, ficou na região durante 19 anos, vendendo posteriormente essa propriedade para o milionário americano Daniel Ludiwig, fundador do Projeto Jarí. Esse Projeto tinha como finalidades básicas a implantação de atividades florestais (silvicultura e manufatura de celulose) e agropecuárias (produção de arroz e criação de bubalinos), além da exploração mineral (caulim e bauxita) e madeireira. Com a implantação do Projeto Jarí, o extrativismo tradicional foi abandonado, passando a empresa a promover grandes desmatamentos em áreas de castanhais e seringais visando o plantio de espécies florestais exóticas, para a produção de celulose. Sem o apoio dos patrões, uma parte da população abandonou a atividade extrativista pelo sub-emprego no Projeto Jarí. Outra foi embora da região e aqueles que ficaram foram obrigados a se submeter a exploração econômica de regatões, que apoiados pelas indústrias de beneficiamento de castanha e borracha do Estado do Pará, assumiram o abastecimento da população pelo sistema de aviamento. Com a quase falência da Empresa Jarí, em 1981, um grupo de empresários brasileiros, financiados pelo Governo, assumiu os destinos da Empresa. Desde então, a nova Jarí vem enfrentando muitos problemas para administrar as suas atividades, problemas esses causados principalmente pela baixa fertilidade dos solos, erosão, intolerância de algumas espécies aos veranicos, surgimento de pragas e doenças, entre outros. Para proteger uma área de terras tão grande, a Empresa Jarí criou sua própria segurança, que passou a perseguir a população, proibindo-a de exercer suas atividades. Com o surgimento dos conflitos, os extrativistas começaram a se organizar, e criaram inicialmente uma associação que mais tarde se transformaria em cooperativa. No mesmo momento, começou também o processo de discussão sobre a propriedade da terra e o usufruto dos recursos naturais, promovida pelo Sindicato de Trabalhadores Rurais de Macapá. Em 1985, quando da criação do Conselho Nacional dos Seringueiros, o Sindicato de Trabalhadores Rurais de Macapá, também se incorporou à luta pela criação de áreas protegidas para os seringueiros, tais como aquelas destinadas aos índios. Essa proposta foi incorporada ao Programa Nacional de Reforma Agrária (1987), na figura dos Projetos de Assentamento Extrativista-PAE e no âmbito da política ambiental através da Reserva Extrativistas (1990). Nesse novo contexto, em outubro de 1987, foram iniciados os trabalhos para definição de áreas para a implantação de PAE's no Estado do Amapá. Esse estudo, coordenado pelo então Ministério da Reforma Agrária e Desenvolvimento-MIRAD e contando com a participação do Sindicato de Trabalhadores Rurais de Macapá, Cooperativa Mista Extrativista Vegetal dos Agricultores de Laranjal do Jarí, Associação de Assistência Técnica e Extensão Rural do Território Federal do Amapá e Instituto de Estudos Amazônicos subsidiaram a criação dos PAE's do Rio Maracá I, II e III, em 1989, e da Reserva Extrativista do Rio Cajarí em março de 1990.
(Fonte: Portal de Serviços e Informações de Governo - www.e.gov.br - em agosto 2007)

ESCOLARIDADE : Registra um alto índice de analfabetismo: 52,2% são analfabetas, 34,1% fizeram o primeiro grau incompleto, 10% com primeiro grau incompleto. (Alegretti, 1998). Existem 19 unidades escolares, mas que não são suficientes para atender a demanda local, dada a dispersão dos moradores e o crescimento da população. Criadas e mantidas pelas Prefeituras de Mazagão, as escolas encontram-se em precário estado de conservação.
SAÚDE : Apenas 9 localidades possuem atendimento de saúde, que funcionam precariamente. Dados de 1993, identificaram um alto índice de mortalidade infantil, além da ausência de saneamento básico e abastecimento de água tratada. Os principais casos de doenças são de verminose e problemas respiratórios que chegam a atingir 60% e 48% respectivamente. 78% da população utiliza tratamento caseiro para as doenças.
INDICADORES DE PRODUÇÃO : A produção de borracha foi paulatinamente sendo substituída pelo açaí para fruto e palmito; em terra firme, no entanto, o produto de maior relevância é a castanha. Os principais produtos das atividades agrícolas são: milho, feijão, arroz, abacaxi, macaxeira, cará e batata-doce.
A caça e pesca são atividades essenciais, de característica noturna. Estas atividades funcionam como um sistema de troca de excedente entre os vizinhos. Os animais mais caçados são: paca, veado e cutia. Já na pesca, praticada com anzol, as espécies são: pacu, traíra e piranha.
IDH : O IDH Mazagão, mostra nível baixo de desenvolvimento, média de 0,444.
(Fonte: IBAMA, 2004)

De acordo com o IBAMA (fonte CNPT) em 14/01/2002 eram 3800 pessoas, divididas em 65 comunidades.

Observações

De acordo com o mapeamento do IBGE (Padrões espaciais e temporais do desmatamento na Reserva Extrativista do Rio Cajari, Amapá, Brasil. Dissertação de Mestrado, Universidade Federal do Amapá, Programa de Pós Graduação em Biodiversidade Tropical), as seguintes formações vegetais estão representadas na RESEX: Floresta Ombrófila Aberta Aluvial; Floresta Ombrófila Aberta Submontana com Cipós; Floresta Ombrófila Densa Aluvial Dossel Uniforme; Floresta Ombrófila Densa Terras Baixas, Floresta Ombrófila Densa Terras Baixas Dossel Emergente; Floresta Ombrófila Densa Submontana Dossel Emergente; Floresta Ombrófila Densa Submontana Dossel Emergente. Contato Savana/Floresta Ombrófila; Floresta Ombrófila Densa Submontana Dossel Uniforme; Formações Pioneiras com Influência Fluvial e/ou Lacustre - herbácea - sem palmeiras; Savana Arborizada sem Floresta de Galeria. Contato Savana/Floresta Ombrófila e; Savana Parque sem Floresta de Galeria.
(Fonte: Cadastro Nacional de Unidades de Conservação. www.mma.gov.br. Última atualização: 12/03/2010. Acesso em: 20/04/2010).

Portaria IBAMA no. 845, de 01/07/2007
Exonerar o servidor JOÃO GERSON MORAES CARDOSO, matrícula n 1440118, do cargo em comissão de Chefe de
Unidade de Conservação Federal II, código DAS-101.2, da Reserva Extrativista do Rio Cajari, da Gerência Executiva I do IBAMA, no Estado do Pará. (D.O.U., 05/07/2004).

Portaria IBAMA no. 846, de 01/07/2007
Nomear ERROLFLYNN DE SOUZA PAIXÃO, para exercer o cargo em comissão de Chefe de Unidade de Conservação Federal II, código DAS-101.2, da Reserva Extrativista do Rio Cajari, da Gerência Executiva I do IBAMA, no Estado do Pará. (D.O.U., 05/07/2004).

ORGANIZAÇÕES ATUANTES
ASTEX - CA, CNS/ AP, COMAJA, COPRRC

PROGRAMA DE APOIO
AGRO- Amazônia solidária


Aspectos Físicos

Sobreposições com outras Unidades de Conservação ou Terras Indígenas

Não pertinente.

Biomas

Bioma % na UC
Amazônia 100.00

Fitofisionomias

Fitofisionomia (excluídos cursos d'água) % na UC
Savana 13.21
Formações Pioneiras 17.67
Floresta Ombrófila Densa 51.81
Contato Savana-Floresta Ombrófila 17.32

Bacias Hidrográficas

Bacia Hidrográfica % na UC
Jari 0.40
Foz do Amazonas 99.60

Contatos

Francisco Assis dos S. Penha - Tel: (96) 222-0536
Benonias Soares - Tel: (96) 271-1147

Endereço para Correspondência (Ibama):
Rua Hamilton Siva, nº 1570 - Santa Rita
CEP: 68906-440 - Macapá - AP
Tel: (96) 2101-9000 e 2101-9001
Fax: (96) 2101-9033

Coordenadoria Regional (ICMBio): Fernando Barbosa Peçanha Junior.
Endereço CR: Av. Julio Cesar, 7060 - Valdecans
CEP: 66617-420 - Belém/PA


Notícias

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Histórico Jurídico

Tipo de documento Número Ação do documento Data do documento Data de publicaçãoícone de ordenação Observação Documento na íntegra
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Portaria 12 Conselho 07/02/2006 08/02/2006 IBAMA cria o Conselho Deliberativo da RESEX Rio Cajari, com a finalidade de contribuir com ações voltadas à efetiva implantação e implementação do Plano de Manejo dessa Unidade e ao cumprimento dos objetivos de sua criação. Download PDF
Portaria 1 Outros 03/06/2003 09/06/2003 INCRA reconhece a Resex, Código SIPRA AP0036000, visando atender 700 famílias.Retificação: para atender 900 famílias (publicada no DOU de 24/08/2005)Retificação: para atender 1500 famílias (publicada no DOU de 22/08/2006)
Decreto s/n Atos relativos à desapropriação 30/09/1997 01/10/1997 O VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA, decreta:Art. 1 Fica declarada de interesse social e ecológico para fins de desapropriação pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA, a área de terra com aproximadamente 501.771,1014 ha abrangida pela Reserva Extrativista do Rio Cajari, criada pelo Decreto 99.145, de 12 de março de 1990Art. 2 - A Reserva Extrativista do Rio Cajari tem por objeto garantir a exploração auto sustentável e a conservação dos recursos naturais renováveis tradicionalmente utilizados pelas populações extrativistas dos Municípios de Laranjal do Jarí, Vitória do Jarí e Mazagão.Art. 3 - Caberá ao IBAMA a permanente gestão, no sentido de assegurar a eficaz utilização da Reserva.
Decreto 99.145 Criação 12/03/1990 13/03/1990 Cria a Reserva Extrativista Rio Cajari, no Estado do Amapá, com área aproximada de 481.650 hectares. Segundo o site do ICMBio em abril de 2018, a área oficial da Resex é de 532.397 hectares. Download PDF

Vídeos

Reserva Extrativista do Cajari Capítulo 2
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Com 501 mil hectares, a Reserva Extrativista do Rio Cajari (AP) foi criada em 1990 e teve seu limites ampliados em 1997. Este vídeo mostra como os moradores locais vivem e como promovem o desenvolvimento sustentável na extração de madeira, frutos e sementes, na pesca e especialmente na extração do palmito.

 

Fonte: WWF Brasil

Veja mais: http://www.youtube.com/socioambiental

 

Reserva Extrativista do Cajari Capítulo 1
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Com 501 mil hectares, a Reserva Extrativista do Rio Cajari (AP) foi criada em 1990 e teve seu limites ampliados em 1997. Este vídeo mostra como os moradores locais vivem e como promovem o desenvolvimento sustentável na extração de madeira, frutos e sementes, na pesca e especialmente na extração do palmito.

 

Fonte: WWF Brasil

Veja mais: http://www.youtube.com/socioambiental

 



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